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Sobre o Sucesso

I Think I Am Doing Well, Therefore I Am.

Pense sobre esta frase. É o título de um artigo que aborda o modo como o sucesso é encarado na sociedade atual, escrito por Kenneth J. Meier e Laurence O’Toole Jr, em 2013.

Os autores consideram que o sucesso é medido pela concretização das Man Walking up Ladder to Clouds expetativas:
a pessoa que tem  sucesso é a que alcança aquilo a que se propõe. Tão simples quanto isso: se o que me motiva é ser profissional de saúde e viver com a minha família num apartamento confortável no centro da cidade, e consigo realizar essa ambição, então sou bem-sucedido. Ao contrário de um outro colega, doutorado, professor em Cambridge e que recebe um ordenado dez vezes superior ao meu, mas que não teve a oportunidade de criar a sua própria empresa, que era a meta que tinha traçado para si mesmo e lhe proporcionaria o sentimento de plena realização.

Este é um aspeto relevante na perceção do conceito: o sucesso é subjetivo e pessoal. Não é sinónimo, necessariamente, de um bom emprego e de um ótimo salário: dependendo dos fatores que influenciam a sensação de “objetivo cumprido”, as metas a atingir são totalmente díspares de acordo com os indivíduos.

 

Esta definição de sucesso, pela sua subjetividade, é frequentemente criticada porque o termo não é delimitado por conceitos mais precisos nem lhe são atribuídos significados globais. Por outro lado, existe maior consenso numa outra perspetiva: a de que a formação e o conhecimento são fatores que contribuem para o indivíduo estar mais próximo do sucesso, seja a que nível for: bem informado, terá mais ferramentas para agir e atingir os seus objetivos.

É ainda comummente aceite que o fracasso faz parte da construção do sucesso. E os famosos são os primeiros a admitir, publicamente, que fracassaram, e que o fracasso os fortaleceu. Michael Jordan, o melhor jogador de basquete de todos os tempos, contou aos media: “Errei mais de 9.000 cestos e perdi quase 300 jogos. Em 26 finais de jogos fui encarregue de encestar a bola que nos daria a vitória… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos. E é exatamente por isso que sou um sucesso”.

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Mas a história de muitas outras figuras públicas reflete o fracasso no percurso profissional. Oprah Winfrey, a popular apresentadora da televisão americana, foi demitida de uma emissora no início da sua carreira – e hoje é considerada uma das pessoas mais influentes do mundo. Walt Disney foi dispensado do jornal onde trabalhava por “falta de imaginação e boas ideias” – e acabou por se celebrizar pela sua criatividade. J.K Rowling começou a escrever a saga do “Harry Potter”, atualmente com milhões de leitores em todo o mundo, 7 livros e 8 filmes produzidos, porque estava desempregada. E se hoje o nome “Steve Jobs” é mundialmente reconhecido, talvez o seja por o empresário não ter conseguido implementar as suas ideias inovadoras na Apple, em 1985, e ter sido despedido.

 

Neste sentido, será que podemos dizer que o fracasso atua como força motriz para se gerarem novas oportunidades e, consequentemente, se atingir o sucesso?

Vale a pena refletir.

 

 

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