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Bwizer, Emprego, Equipa, Fisioterapia, Formação, Hugo Belchior

Apostar em Formação? Para quê?

Sejamos francos: as coisas já não são como eram e ter um curso superior já há muito tempo que não significa empregabilidade garantida.

Levantam-se inúmeras questões que poderiam ser debatidas no âmbito desta temática: o crescente número de cursos superiores sem saídas profissionais que persistem nas Universidades, a falta de absorção do mercado para os trabalhadores qualificados, a desadequação dos programas lecionados em relação à realidade das empresas. Páginas e páginas poderiam ser escritas sobre estas questões, e, ainda assim, muito ficaria, certamente, por dizer.

emprego7Em 2010, um trabalhador com formação superior em Portugal podia esperar um salário 70% superior ao de um trabalhador que só tivesse concluído o ensino secundário. Atualmente, porém, esta realidade alterou-se. Um estudo realizado pela Comissão Europeia, divulgado hoje pelo Diário Económico, conclui que os principais empregos oferecidos no nosso país, entre Junho de 2012 e Junho de 2013, foram de lojistas, operadores de máquinas nos setores têxtil, empregadas domésticas e de limpezas em hotéis e escritórios e serviços de segurança. Ocupações para as quais os candidatos têm, regra geral, “qualificações a mais”.

Então, qual será a solução mais inteligente a adotar pelos jovens? Desistir das formações superiores e procurar um trabalho não qualificado?

Na verdade, não.

Porque perante esta tendência, os peritos da Comissão Europeia avisam: “A cada vez mais pequena fatia de população jovem está agora a ver negada a oportunidade de adquirir valências através do trabalho e isto vai eventualmente refletir-se na recuperação económica quando ela acontecer“. Isto é, se continuarmos a incentivar unicamente este tipo de profissões, numa possível fase de recuperação económica faltará mão-de-obra qualificada, “os empregadores serão forçados a contratar jovens com pouca experiência profissional genérica ou especializada e isso vai criar um cenário de baixa produtividade“.

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento)
emprego6corrobora esta posição: em 2013 assumiu que, “em resultado da crescente interdependência entre a educação, economia e a prosperidade das nações, a formação de jovens com vista à rápida inserção no mundo do trabalho é um dos grandes desafios para a ação política dos paísesDe acordo com a informação divulgada pela organização, quanto menor for a escolarização, maior é o risco de desemprego, e o ensino superior ainda se traduz num aumento de ganhos face aos restantes níveis de ensino.

É por isso que, na perspetiva da Bwizer, apostar em formação nunca será um erro. Não negamos que os empregos “tradicionais” escasseiam mais do que no passado; mas tal pode não ser necessariamente, um entrave; antes uma oportunidade. A diferenciação ainda cria emprego. Como diz o nosso CEO, Hugo Belchior, “apercebemo-nos que o profissional de saúde só poderia manter alguma perspetiva de sucesso, e até de integração no mercado de trabalho, se fosse diferenciado e se acrescentasse valor à organização”. Mas como conseguir essa diferenciação?

Adotando uma posição competitiva, dando ao cliente o que “os outros” não podem dar. Quer seja através de um conhecimento aprendido com os melhores formadores da área num curso sobre Trigger Points ou da aplicação da filosofia Human Teccar numa clínica privada. São os elementos diferenciadores que nos permitem saber mais, fazer melhor o nosso trabalho, disponibilizar o que “os outros” não disponibilizam e, claro, divulgá-lo aos nossos clientes como uma mais-valia em relação à concorrência. Na hora de escolher entre as múltiplas possibilidades do mercado, nós seremos os selecionados – porque somos os melhores.

A adaptação a esta realidade de crise económica e mudança no paradigma de empregabilidade também está na base do sucesso. Sejamos resilientes, não cruzemos os braços porque as oportunidade de emprego não se extinguiram– transformaram-se. Desde 2008 que, na Bwizer, desafiamos o trabalho “convencional”: mais de 85% dos nossos colaboradores são profissionais de saúde que vão mais longe nas suas funções: apostam em mestrados e pós-graduações em Marketing ou Gestão, estão abertos a uma nova perspetiva de atuação e desafiam, constantemente, as ideias pré-concebidas do que deve fazer um profissional de saúde. Adaptam-se. Reinventam-se.

Se vale a pena apostar em formação?

Para nós, sim. Claro que vale.

Discussão

2 thoughts on “Apostar em Formação? Para quê?

  1. para teres mas 10% de possibilidades de arranjar emprego

    Posted by netEmprego | Março 14, 2014, 16:25
  2. a formação só é util se com isso um ficar mais impregavel, mas pela minha experiencia o fator mais importante é a confiança depois é as qualificações e o desempenho

    Posted by netEmprego | Fevereiro 26, 2014, 00:27

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