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Osteopatia Pediátrica | Resultados que se prolongam no tempo…

Tal como já referimos num texkleinkind körperpflegeto anterior, é possível que ainda associe a Osteopatia a uma série de preconceitos sem sentido. Não, não se trata de uma medicina alternativa pouco credível, subjetiva e não fundamentada. A validade da osteopatia é tão concreta que é recomendada e incentivada pela Organização Mundial de Saúde. Foi desenvolvida em 1874 por Andrew Taylor Still, médico nos Estados Unidos, baseada no pressuposto de que o corpo humano é um sistema capaz de se autorregenerar, sendo o dever do osteopata eliminar os fatores que o impedem de funcionar de forma saudável. Aplica-se no tratamento de diversas disfunções, destinando-se ainda ao tratamento de patologias de um público muito especial: os bebés!

A osteopatia especializada em pediatria baseia-se num conceito partilhado entre a medicina convencional e a medicina complementar que defende que os problemas de saúde, surgindo no nascimento e nos primeiros anos de vida, terão influência na saúde da criança e no desenvolvimento do adulto. O parto pode ser considerado como o “primeiro traumatismo”, particularmente quando demasiado longo, muito rápido ou instrumentalizado com ventosas ou fórceps.

Durante o parto, o crânio do bebé suporta as contrações uterinas, além de sofrer diversas tensões a nível da coluna vertebral e nos membros, mesmo quando se trata de um parto que corre dentro da normalidade. Como o crânio do bebé é muito moldável, pode sofrer algum tipo de deformação ao passar o colo do útero. Estas deformações, como a plagiocefalia, também poderão ser devido a má formação cerebral, um ambiente intra uterino restritivo ou por torcicolo.

Assim, a Osteopatia Pediátrica tem aqui um amplo leque de disfunções em que pode intervir e com resultados surpreendentes, trazendo assim inúmeros benefícios no desenvolvimento O5neuro psicomotor do bebé. A visão e avaliação global do lactente, assim como da mãe e de todo o seu historial, permitem também intervir em disfunções digestivas como as cólicas e em alterações do sono do bebé.

As disfunções referidas provocam dor, ansiedade e stress no bebé. No entanto, ao contrário dos adultos que conseguem exprimir e lidar com estas situações de diferentes formas, as crianças apenas o exprimem ao chorar. Aqui, o verdadeiro poder das mãos é valorizado e a sensibilidade do terapeuta é essencial. A osteopatia pediátrica recorre a técnicas muito diferentes das utilizadas nos adultos: são extremamente suaves e confortáveis, promovendo o equilíbrio biomecânico, bem-estar físico e capacidade de lidar com forças externas e stress.

A osteopatia pediátrica tem resultados excelentes, especialmente quando parte de uma abordagem global que reúne uma equipa multidisciplinar que trabalha em sinergia para o bem-estar do bebé. Esta pode ser mesmo a “peça em falta” para todos os que ambicionam trabalhar com esta população tão especial. Através das suas mãos e do seu raciocínio clínico, o terapeuta vai alcançar a confiança dos pais e conseguir resultados que se vão prolongar ao longo do tempo e mudar uma vida que está apenas a começar.

Curso de “Osteopatia Pediátrica” em Fevereir em Lisboa (http://bit.ly/1xc1oj1) e em Maio no Porto (http://bit.ly/1HcJtvp). 

 

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