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Fisioterapia Uroginecológica Pediátrica por Patrícia Lordelo

 transferirPatricia Lordelo, formadora do curso de “Fisioterapia Uroginecológica Pediátrica” e precursora das mais inovadoras técnicas uro ginecológicas em pediatria, fisioterapeuta experiente, além de investigadora e autora de diversos artigos, atualmente publicados em algumas das revistas mais conceituadas na área, foi desafiada a apresentar-nos um pouco desta nova área de intervenção para o fisioterapeuta.

Num texto sucinto e objetivo, Patrícia fala-nos das patologias mais comuns e dos princípios de intervenção nesta área, que está a ganhar cada vez mais terreno em todo o mundo.

“A fisioterapia em Uroginecologia é um campo relativamente novo na nossa área de atuação, que vem crescendo amplamente desde a última década. E o caminho desse crescimento tem sido através de evidências científicas apresentadas por grupos de pesquisa cada vez mais fortes no mundo, proporcionando, assim, tratamentos com excelente resposta terapêutica e colocando a fisioterapia como primeira opção terapêutica em muitos casos.

Os problemas uroginecológicos pediátricos, ou seja, as disfunções miccionais na infância podem ser classificados em neurológicos ou não neurológicos. Nos neurológicos são conhecidos com bexigas neurogénicas. Os não neurogénicos são mais comuns e apresentam características clínicas de incontinência urinária diurna, enurese noturna, infeções de repetição, constipação, entre outros. Existe um risco de lesão do trato urinário e cicatrizes renais, sendo necessário uma intervenção terapêutica precoce.

Enuresis-o-incontinencia-urinaria-en-ninos-causas-y-soluciones1As opções de tratamento são, exclusivamente, técnicas conservadoras, sendo a melhor opção o tratamento fisioterapeutico em Uropediatria. Esse engloba as orientações alimentares e comportamentais, o uso do biofeedback de eletromiografia, a eletroterapia e a cinesioterapia, especialmente no que toca a tomada de consciência perineal. De forma geral, evita-se ao máximo que o tratamento seja intracavitário, sendo ele realizado em sua maioria por meio da superfície da pele.

Esse conhecimento é necessário para que muitos sinais e sintomas, percebidos como normais ou como desleixo da criança, possam ser indicativos da necessidade de tratamento e, finalmente, definitivos para a cura do paciente.”

Curso de “Fisioterapia Uroginecológica Pediátrica” em Outubro no Porto: http://bit.ly/1qrF7KJ.

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